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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

ESBOÇOS DE SERMÃO

QUE HORAS SÃO?
I Crôn. 12:32

1. Hora do juízo. - I Ped. 4:17,18; Apoc. 14:7.
2. Hora de buscar ao Senhor. - Oséias 10:12.
3. Hora de acordar. - Rom. 13:11-14.
4. Hora de arrepender-se. - Atos 17:30,31.
5. Hora de preparar-se. - I Cor. 7 :29-31.
(O tempo está curto - é mais tarde do que pensamos; a salvação está mais próxima. - Rom. 13 :11 e 12).
6. Hora de pedir a chuva serôdia. - Zac. 10:1.
7. Hora de Deus intervir. - Sal. 119 :126.
APELO: É já a última hora. - II João 2:18. Hora de necessidade pessoal. - Heb. 4:16.


ACONTECEU À NOITE
1. Um julgamento terrível. - Êx. 12:29.
2. Uma visão proveitosa. - I Reis 3:5; Gên. 28.
3. Uma inspeção necessária. - Nee. 2:12-15.
4. Uma prova com leões. - Dan. 6:16-22.
5. Uma fuga inspirada. - Mat. 2:13-14.
6. Um susto inesperado. - Mat. 14:25,26.
7. Uma vigília alegre. - Luc. 2:8-11.
8. Uma entrevista secreta. - João 3:2.
9. Uma libertação feliz. - Atos 12:6-10.
10. Um culto de louvores. - Atos 16:25.
11. Uma traição negra. - I Cor. 11:23.


COISAS QUE DEVEMOS CONSIDERAR
1. Nosso Sumo Sacerdote – Jesus Cristo, nosso Salvador. - Heb. 3:1.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O JULGAMENTO E A SOBERANIA PERTENCEM A DEUS - LIÇÃO 11 COM SUBSIDIOS

Lições Bíblicas CPAD    -    Jovens e Adultos
 3º Trimestre de 2014
 Título: Fé e Obras — Ensinos de Tiago para uma vida cristã autêntica
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva

Lição 11: O Julgamento e a Soberania pertencem a Deus
Data: 14 de Setembro de 2014

TEXTO ÁUREO
 “Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?” (Tg 4.12).

VERDADE PRÁTICA
 Não podemos estar na posição de juízes contra as pessoas, pois somente Deus é o Justo Juiz.

LEITURA DIÁRIASegunda - Sl 62.11 O poder pertence a Deus
 Terça - Gn 17.1 Deus é o Todo-Poderoso
 Quarta - Pv 21.31 A vitória vem do Senhor
 Quinta - 1Sm 2.7 A soberania divina
 Sexta - Cl 4.1 O verdadeiro Senhor
 Sábado - Mt 28.18 Todo poder no céu e na terra

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Tiago 4.11-17.

11 - Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão e julga a seu irmão fala mal da lei e julga a lei; e, se tu julgas a lei, já não és observador da lei, mas juiz.
12 - Há só um Legislador e um Juiz, que pode salvar e destruir. Tu, porém, quem és, que julgas a outrem?
13 - Eia, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos a tal cidade, e lá passaremos um ano, e contrataremos, e ganharemos.
14 - Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco e depois se desvanece.
15 - Em lugar do que devíeis dizer: Se o Senhor quiser, e se vivermos, faremos isto ou aquilo.
16 - Mas, agora, vos gloriais em vossas presunções; toda glória tal como esta é maligna.
17 - Aquele, pois, que sabe fazer o bem e o não faz comete pecado.

INTERAÇÃO
 Tiago nos ensina que falar mal do irmão e julgá-lo nos torna juiz da lei. Sabemos que só existe um único juizes e legislador — Deus. Quem somos nós para julgar nossos irmãos em Cristo? Como seres humanos somos falhos, imperfeitos e não conhecemos o que vai no interior de cada um. Deus é santo, justo e conhece as nossas verdadeiras intenções, por isso, somente Ele tem como julgar as pessoas com retidão. Em o Novo Testamento, Jesus afirmou que a lei se resume em dois mandamentos, amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos. Quem ama o seu irmão não o julga. E quem não ama já está descumprindo a lei divina. Quais têm sido suas atitudes para com seus irmãos? Você os ama, os compreende, ou tem se colocado diante de cada um como um juiz impiedoso? Não se esqueça da advertência do nosso Mestre: “Não julgueis, para que não sejais julgados [...]” (Mt 7.1,2).

OBJETIVOS
 Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Analisar os perigos de se colocar como juiz dos irmãos.
Conscientizar-se da brevidade da vida.
Mostrar que a arrogância e a autossuficiência são pecados.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

COMENTARIO BIBLICO - MATEUS CAPITULO 5

Mateus 5
1. Jesus, pois, vendo as multidões, subiu ao monte; e, tendo se assentado, aproximaram-se os seus discípulos,
5.1 — A multidão estava presente no início e no final do Sermão do Monte, proferido por Jesus (o mesmo termo aparece em Mateus 7.28). Esse versículo também subentende que Jesus deixou a multidão. Certamente Ele se afastou do povo para ensinar Seus discípulos. Mas aonde quer que fosse para ensinar Seus discípulos, a multidão o seguia. Assentando-se. Era normal um mestre ou rabino ficar sentado enquanto ensinava, tendo seus alunos ao redor. Um monte. Provavelmente uma colina bem alta no litoral norte do mar da Galiléia, que deve ter servido como um anfiteatro natural. Discípulos. Além da multidão que o seguia e ouvia Seus ensinamentos, Jesus tinha muitos discípulos. Porém, dentre todos eles, escolheu apenas doze para receber poder e instruções especiais.
2. e ele se pôs a ensiná-los, dizendo:
5.2 — [Jesus] os ensinava. O Sermão do Monte descrito por Mateus (cap. 5—7) é um pouco diferente do sermão pregado à multidão em Lucas 6. A essência desse sermão provavelmente foi pregada muitas vezes durante o ministério terreno de Jesus. O Sermão do Monte foi pregado com a intenção de mostrar o tipo de vida que os verdadeiros filhos do Reino devem levar. Foi um ensinamento para aqueles que disseram sim ao convite de Jesus e se arrependeram (Mt 4.17). É bem provável que eles tivessem dúvida sobre a verdadeira natureza da justiça e do Reino de Deus. Por essa razão, Jesus procurou esclarecer o tema central da Lei e a natureza da verdadeira
religião no Reino de Deus (Mq 6.8). Desse modo, Ele esmiuçou a Lei, para mostrar
que sua essência é boa (Mt 5.17).
3. Bem-aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus.
5.3 As bem-aventuranças (do latim beatus, que significa abençoado, muito feliz) — Bem-aventurados os pobres de espírito. A ideia de Deus abençoar os humildes e resistir aos soberbos também pode ser encontrada em Provérbios 3.34 e Tiago 4-6. Bem-aventurados. Felizes. Uma descrição da condição íntima do crente. Quando descrevendo uma pessoa dentro da vontade de Deus, é virtualmente equivalente a "salvo", O Salmo 1 dá um quadro do V.T. do homem bem-aventurado, que evidencia sua natureza por suas atitudes. As Beatitudes, também, não são primordialmente promessas individuais, mas uma descrição do indivíduo. Não mostram ao homem como ser salvo, mas descrevem as características manifestas por aquele que nasceu de novo. Humildes de espírito. O oposto dos espíritos orgulhosos. Aqueles que reconheceram a sua pobreza nas coisas espirituais e permitiram que Cristo suprisse suas necessidades tornaram-se os herdeiros do reino dos céus.
4. Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O PERIGO DA BUSCA PELA AUTORREALIZAÇÃO HUMANA - LIÇÃO 10 COM SUBSIDIOS

Lições Bíblicas CPAD    -   Jovens e Adultos
 3º Trimestre de 2014
 Título: Fé e Obras — Ensinos de Tiago para uma vida cristã autêntica
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva

Lição 10: O perigo da busca pela Autorrealização Humana
Data: 7 de Setembro de 2014

TEXTO ÁUREO
 “Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará” (Tg 4.10).

VERDADE PRÁTICA
 A realização humana, à parte de Deus, é impossível de acontecer, pois a criatura não pode viver longe do Criador.

LEITURA DIÁRIA
 Segunda - Jó 30.15 A felicidade passageira
 Terça - Cl 2.20-23 A frustração advinda dos preceitos humanos
 Quarta - 2Tm 3.1-5 A dissimulação humana
 Quinta - Lc 12.13-21 A insensatez do materialista
 Sexta - 1Tm 6.17 A esperança na incerteza das riquezas
 Sábado - Ap 3.17 A tragédia da autoconfiança humana

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Tiago 4.1-10.
1 - Donde vêm as guerras e pelejas entre vós? Porventura, não vêm disto, a saber, dos vossos deleites, que nos vossos membros guerreiam?
2 - Cobiçais e nada tendes; sois invejosos e cobiçosos e não podeis alcançar; combateis e guerreais e nada tendes, porque não pedis.
3 - Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.
4 - Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra Deus? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.
5 - Ou cuidais vós que em vão diz a Escritura: O Espírito que em nós habita tem ciúmes?
6 - Antes, dá maior graça. Portanto, diz: Deus resiste aos soberbos, dá, porém, graça aos humildes.
7 - Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.
8 - Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Limpai as mãos, pecadores; e, vós de duplo ânimo, purificai o coração.
9 - Senti as vossas misérias, e lamentai, e chorai; converta-se o vosso riso em pranto, e o vosso gozo, em tristeza.
10 - Humilhai-vos perante o Senhor, e ele vos exaltará.

INTERAÇÃO
 Todo ser humano almeja se realizar profissionalmente, no ministério, em família e nas diversas áreas da vida. Esta busca é normal e legítima. Ela faz com que venhamos a trabalhar, estudar, casar, ter filhos, nos leva a correr em busca dos nossos sonhos e projetos. Todavia, a realização pessoal se torna pecado quando ela é colocada acima de Deus. A Palavra de Deus é bem clara quanto a isto: “Mas buscai o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6.33). Deus deseja que venhamos ter uma vida abundante, de realizações, mas não podemos deixar de levar e apresentar a Ele todos os nossos projetos. Se nossos alvos são alcançados, não é por merecimento próprio, mas porque Deus assim permitiu pela sua graça e bondade infinitas. Não seja arrogante ou autossuficiente, mas se humilhe perante o Senhor e Ele o exaltará.

OBJETIVOS
 Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Analisar qual é a origem dos conflitos e discórdias na vida do crente e da igreja.
Mostrar que o crente não pode flertar com o sistema do mundo.
Compreender que a autorrealização não pode vir em primeiro lugar em nossas vidas.

sábado, 23 de agosto de 2014

COMENTARIO BIBLICO - MATEUS CAPITULO 4

Mateus 4
1. Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo.
2. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome.
4.1,2 — Não foi Satanás quem levou Cristo ao deserto para ser tentado, mas o Espírito Santo. No início de Seu ministério, Cristo teve Sua santidade colocada à prova diante das astutas tentações do diabo. Isso aconteceu logo depois de Jesus ter sido batizado (compare com Marcos 1.12). Depois das vitórias espirituais vêm sempre grandes provações (veja o caso de Elias em 1 Rs 19). Depois do seu batismo público, Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto, que se refere a um monte do deserto da Judéia. O fato de Jesus ter sido conduzido pelo Espírito deixa bem clara a relação entre Jesus e o Espírito. Em sua obra terrena, Jesus dependia do Espírito Santo para capacitá-lo.
3. Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães.
4. Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus.
4.3,4 — Está escrito. A resposta de Jesus às três tentações foi tirada da Palavra de Deus, mostrando aos Seus servos o poder das Escrituras na batalha contra o Maligno (Dt 6.13; 8.3; SI 91.11,12). Não havia nada moralmente errado em transformar pedras em pão; o que o diabo estava tentando Jesus a fazer era realizar um milagre fora do plano do Pai. Isso explica por que Jesus usou Deuteronômio 8.3. A vida não depende só de pão; afinal de contas, Deus é Aquele que provê tudo em nossa vida. Portanto, nosso dever é confiar em Deus e permanecer na Sua vontade. Por mais inocente que uma atitude possa parecer, a questão fundamental se refere à fé (Rm 14.23) e à vontade de Deus.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

O CUIDADO COM A LINGUA - LIÇÃO 8 COM SUBSIDIOS

Lições Bíblicas CPAD    -    Jovens e Adultos
 3º Trimestre de 2014
Título: Fé e Obras — Ensinos de Tiago para uma vida cristã autêntica

Comentarista: Eliezer de Lira e Silva
Lição 8: O cuidado com a língua
Data: 24 de Agosto de 2014

TEXTO ÁUREO
 “Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito e poderoso para também refrear todo o corpo” (Tg 3.2).

VERDADE PRÁTICA
 A nossa língua pode destruir vidas, portanto, sejamos cuidadosos com o que falamos.

LEITURA DIÁRIA
 Segunda - Sl 12.3 A soberba da língua
 Terça - Pv 6.16-19 A língua mentirosa
 Quarta - Sl 15.3 A língua difamadora
 Quinta - Sl 34.13 Guarde a língua do mal
 Sexta - Sl 66.16,17 Exaltemos a Deus com a nossa língua
 Sábado - Sl 119.172 Anunciando a Palavra de Deus

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
 Tiago 3.1-12.
 1 - Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo.
2 - Porque todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito e poderoso para também refrear todo o corpo.
3 - Ora, nós pomos freio nas bocas dos cavalos, para que nos obedeçam; e conseguimos dirigir todo o seu corpo.
4 - Vede também as naus que, sendo tão grandes e levadas de impetuosos ventos, se viram com um bem pequeno leme para onde quer a vontade daquele que as governa.
5 - Assim também a língua é um pequeno membro e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia.
6 - A língua também é um fogo; como mundo de iniquidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.
7 - Porque toda a natureza, tanto de bestas-feras como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana;
8 - mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.
9 - Com ela bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus:
10 - de uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim.
11 - Porventura, deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa?
12 - Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas ou a videira, figos? Assim, tampouco pode uma fonte dar água salgada e doce.

INTERAÇÃO
 Prezado professor, dando prosseguimento ao estudo da Epístola de Tiago, hoje aprenderemos um tema atual e bem relevante — o cuidado que devemos ter com a nossa língua. Tiago faz dos primeiros versículos do capítulo três um verdadeiro tratado a respeito da disciplina da língua. Porém, este assunto é destaque em toda a epístola. Observe os seguintes textos da epístola: 1.19, 26; 4.11,12; 5.12. Sabemos que a língua é um pequeno membro do nosso corpo, todavia seu poder é sempre ambíguo. Sim, a língua tem poder para construir e para destruir, por isso, ela precisa ser controlada pelo Espírito Santo. Sozinhos não conseguiremos refrear nossa língua e somente utilizá-la para glória de Deus. Precisamos da ajuda do Criador. Segundo Tiago, o homem que domina esse pequeno órgão é um homem perfeito, com a capacidade de também refrear as demais partes do seu corpo.

OBJETIVOS
 Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Analisar a responsabilidade dos mestres na igreja.
Conscientizar-se a respeito da capacidade da nossa língua.
Rejeitar a possibilidade de alguém utilizar a língua de modo ambíguo.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

COMENTÁRIO BÍBLICO - MATEUS CAPITULO 4

Mateus 4
1. Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo.
2. E, tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, depois teve fome.
4.1,2 — Não foi Satanás quem levou Cristo ao deserto para ser tentado, mas o Espírito Santo. No início de Seu ministério, Cristo teve Sua santidade colocada à prova diante das astutas tentações do diabo. Isso aconteceu logo depois de Jesus ter sido batizado (compare com Marcos 1.12). Depois das vitórias espirituais vêm sempre grandes provações (veja o caso de Elias em 1 Rs 19). Depois do seu batismo público, Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto, que se refere a um monte do deserto da Judéia. O fato de Jesus ter sido conduzido pelo Espírito deixa bem clara a relação entre Jesus e o Espírito. Em sua obra terrena, Jesus dependia do Espírito Santo para capacitá-lo.
3. Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães.
4. Mas Jesus lhe respondeu: Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus.
4.3,4 — Está escrito. A resposta de Jesus às três tentações foi tirada da Palavra de Deus, mostrando aos Seus servos o poder das Escrituras na batalha contra o Maligno (Dt 6.13; 8.3; SI 91.11,12). Não havia nada moralmente errado em transformar pedras em pão; o que o diabo estava tentando Jesus a fazer era realizar um milagre fora do plano do Pai. Isso explica por que Jesus usou Deuteronômio 8.3. A vida não depende só de pão; afinal de contas, Deus é Aquele que provê tudo em nossa vida. Portanto, nosso dever é confiar em Deus e permanecer na Sua vontade. Por mais inocente que uma atitude possa parecer, a questão fundamental se refere à fé (Rm 14.23) e à vontade de Deus.
5. Então o Diabo o levou à cidade santa, colocou-o sobre o pináculo do templo,
6. e disse-lhe: Se tu és Filho de Deus, lança-te daqui abaixo; porque está escrito: Aos seus anjos dará ordens a teu respeito; e: eles te susterão nas mãos, para que nunca tropeces em alguma pedra.
4.5,6 — Lança-te daqui abaixo. Ao lembrar a Jesus a promessa da proteção de Deus no Salmo 91.11,12, o diabo omite as palavras para te guardarem em todos os teus caminhos. Ele tentou Jesus a atrair a atenção das pessoas fazendo algo espetacular,
e não por Sua mensagem ou Sua vida de retidão. Esse é um perigo que todos nós temos de evitar, principalmente aqueles que estão sempre em lugar de destaque.
7. Replicou-lhe Jesus: Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus.

sábado, 16 de agosto de 2014

IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS DE GUIRATINGA - AVANTE NO EVANGELISMO

MAIS UM CULTO AVANGELÍSTICO ABENÇOADO. A IGREJA NÃO PÁRA. JESUS ESTÁ VOLTANDO. ESPERANDO E TRABALHANDO. ASSIM ESTÁ A IGREJA DO SENHOR JESUS.


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

A FÉ SE MANIFESTA EM OBRAS - LIÇÃO 07 COM SUBSIDIOS

Lições Bíblicas CPAD   -    Jovens e Adultos
 3º Trimestre de 2014
 Título: Fé e Obras — Ensinos de Tiago para uma vida cristã autêntica
Comentarista: Eliezer de Lira e Silva

Lição 7: A Fé se manifesta em obras
Data: 17 de Agosto de 2014

TEXTO ÁUREO
 “Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” (Mt 5.16).

VERDADE PRÁTICA
 Uma vez salvos em Cristo, o amor, materializado por meio das boas obras, torna-se a nossa identidade cristã.

LEITURA DIÁRIA
 Segunda - 1Ts 1.3 A fé e as obras são inseparáveis
 Terça - 2Ts 1.11 A oração precede a ação
 Quarta - Hb 11.17 As obras da fé abrangem a ação
 Quinta - Ap 2.19 O Senhor conhece as nossas obras
 Sexta - 2Tm 4.6-8 A esperança fortalecida pelas obras
 Sábado - At 7.60 Uma fé a toda prova

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
 Tiago 2.14-26.
 14 - Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver as obras? Porventura, a fé pode salvá-lo?
15 - E, se o irmão ou a irmã estiverem nus e tiverem falta de mantimento cotidiano,
16 - e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentar-vos e fartai-vos; e lhes não derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá dai?
17 - Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.
18 - Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.
19 - Tu crês que há um só Deus? Fazes bem; também os demônios o creem e estremecem.
20 - Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta?
21 - Porventura Abraão, o nosso pai, não foi justificado pelas obras, quando ofereceu sobre o altar o seu filho lsaque?
22 - Bem vês que a fé cooperou com as suas obras e que, pelas obras, a fé foi aperfeiçoada,
23 - e cumpriu-se a Escritura, que diz: E creu Abraão em Deus, e foi-lhe isso imputado como justiça, e foi chamado o amigo de Deus.
24 - Vedes, então, que o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé.
25 - Ede igual modo Raabe, a meretriz, não foi também justificada pelas obras, quando recolheu os emissários e os despediu por outro caminho?
26 - Porque, assim como o corpo sem o espirito está morto, assim também a fé sem obras é morta.

INTERAÇÃO
 Imagine um presidente que não governa? Um juiz que não julga? Um advogado que não advoga? Um médico que não clinica? Um policial que não protege? Um professor que não ensina? Um cientista que não pesquisa? Um arquiteto que não desenha? Um filósofo que não filosofa? Imaginou? Assim é o crente que não produz boas obras. Que não ama! E como estudamos na epístola de Tiago, as boas obras são obras de misericórdia, isto é, ações encharcadas no amor. A carta de Paulo aos Romanos nos diz que “quem ama aos outros cumpriu a lei”, pois “o amor não faz mal ao próximo; de sorte que o cumprimento da lei é o amor” (13.8,10).

OBJETIVOS
 Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Destacar que a fé e as obras são relacionais.
Apontar os exemplos de fé com obras no Antigo Testamento.
Compreender a metáfora do corpo sem espírito proposta por Tiago.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

COMENTARIO BIBLICO DE MATEUS CAPITULO 3

Mateus 3
1. Naqueles dias apareceu João, o Batista, pregando no deserto da Judéia,
3.1 — Como precursor de Cristo, João Batista precedeu o Senhor Jesus em Seu nascimento, Seu ministério e Sua morte. Lucas descreve o nascimento de João (Lc 1), mas Mateus vai direto à proclamação da vinda do Reino dos céus. João é chamado de Batista porque batizava as pessoas. Diferente da prática comum dos prosélitos e da
ministração do ritual de purificação dos judeus, João batizava todos os que iam a ele, demonstravam arrependimento e se identificavam com sua mensagem.
2. dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o reino dos céus.
3.2 — A palavra grega para o verbo arrependerse indica uma mudança de opinião e de atitude que pode muito bem levar a uma aflição profunda por causa do pecado. Mas a ideia principal é uma mudança na maneira de pensar, que transforma
a vida da pessoa (Mt3.8). Reino dos céus geralmente é usado como sinónimo
de Reino de Deus. Ambos os termos são muito usados ao longo de todo o Novo Testamento para se referir à implantação do Reino celestial de Deus na terra por intermédio de Jesus Cristo.
3. Porque este é o anunciado pelo profeta Isaías, que diz: Voz do que clama no deserto; Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas.
4. Ora, João usava uma veste de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre.
5. Então iam ter com ele os de Jerusalém, de toda a Judéia, e de toda a circunvizinhança do Jordão,
6. e eram por ele batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados.
3.3-6 — As veredas foram endireitadas, reparadas, consertadas, aplainadas e niveladas antes da vinda do Rei. João estava, portanto, preparando o caminho espiritual do Messias antes de Sua chegada. A citação aqui é de Isaías 40.3, passagem em que o profeta mostra a necessidade de preparar o caminho para a volta do povo judeu do cativeiro no exílio para sua terra natal, Israel.
7. Mas, vendo ele muitos dos fariseus e dos saduceus que vinham ao seu batismo, disse-lhes: Raça de víboras, quem vos ensinou a fugir da ira vindoura?
8. Produzi, pois, frutos dignos de arrependimento,
9. e não queirais dizer dentro de vós mesmos: Temos por pai a Abraão; porque eu vos digo que mesmo destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão.
3.7-9 — Os fariseus e saduceus eram dois grupos religiosos que dominavam nos dias de Cristo. Ambos os grupos afirmavam que eram os verdadeiros seguidores do judaísmo, mas suas crenças eram muito diferentes. Os fariseus tinahm o respeito dos leigos de Israel. Em termos de doutrina, não se apegavam somente à Lei de Moisés, aos profetas e às Escrituras, mas também ao conjunto completo da tradição oral. Suas atividades se concentravam nas sinagogas. Os saduceus estavam ligados à casta sacerdotal, para quem a adoração estava centralizada no templo. Extremamente conservadores, suas crenças relacionavam-se essencialmente ao Pentateuco — os livros de Génesis a Deuteronômio (At 23.6-10).