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terça-feira, 30 de junho de 2015

UMA MENSAGEM À IGREJA LOCAL E À LIDERANÇA - LIÇÃO 01 COM SUBSIDIOS


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SUBSIDIO ELABORADO PELO EVANGELISTA: NATALINO ALVES DOS ANJOS. PROFESSOR NA E.B.D e PESQUISADOR. MEMBRO DA ASSEMBLEIA DE DEUS MISSÃO - CAMPO DE GUIRATINGA - MATO GROSSO

Lições Bíblicas CPAD   -    Adultos
3º Trimestre de 2015

Título: A Igreja e o seu Testemunho — As ordenanças de Cristo nas cartas pastorais
Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima

Lição 1: Uma mensagem à Igreja Local e à Liderança
Data: 5 de Julho de 2015

TEXTO ÁUREO
 “Ninguém despreze a tua mocidade; as sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza” (1Tm 4.12).

VERDADE PRÁTICA
 As cartas pastorais reúnem orientações à liderança cristã e aos membros em geral para que vivam conforme a vontade de Deus.

LEITURA DIÁRIA
 Segunda — 1Tm 1.2
O cuidado paternal pelo jovem obreiro
Terça — Ef 6.17
A Palavra de Deus é a “Espada do Espírito”
Quarta — Gl 4.9-11
O pastor deve ter cuidado com o legalismo
Quinta — At 15.19,20
De que os crentes gentios devem se abster
Sexta — 1Co 5.7a
Paulo alerta a respeito do cuidado com o “fermento velho”
Sábado — 2Tm 2.15
Preparado para manejar a Palavra da verdade

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
1 Timóteo 1.1,2; Tito 1.1-4.
1 Timóteo
1 — Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, segundo o mandado de Deus, nosso Salvador, e do Senhor Jesus Cristo, esperança nossa,
2 — a Timóteo, meu verdadeiro filho na fé: graça, misericórdia e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e da de Cristo Jesus, nosso Senhor.

Tito 1
1 — Paulo, servo de Deus e apóstolo de Jesus Cristo, segundo a fé dos eleitos de Deus e o conhecimento da verdade, que é segundo a piedade,
2 — em esperança da vida eterna, a qual Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos dos séculos,
3 — mas, a seu tempo, manifestou a sua palavra pela pregação que me foi confiada segundo o mandamento de Deus, nosso Salvador,
4 — a Tito, meu verdadeiro filho, segundo a fé comum: graça, misericórdia e paz, da parte de Deus Pai e da do Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador.

HINOS SUGERIDOS

210, 225 e 515 da Harpa Cristã
 OBJETIVO GERAL
 Apresentar um panorama geral das epístolas paulinas de Timóteo e Tito.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I. Introduzir as epístolas pastorais de Timóteo e Tito.
II. Conhecer os propósitos das epístolas de Timóteo e Tito.
III. Conscientizar a respeito da atualidade das epístolas pastorais.
IV. Explicar o conteúdo da mensagem de Paulo para a liderança.

quinta-feira, 25 de junho de 2015

COMENTÁRIO BÍBLICO - PROVÉRBIOS CAPITULOS 1,2,3

ELABORADO PELO EVANGELISTA: NATALINO ALVES DOS ANJOS. COM PESQUISAS EM COMENTÁRIOS E MANUAIS BÍBLICOS. MEMBRO DA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS(MISSÃO), CAMPO DE GUIRATINGA - MATO GROSSO.

PROVERBIOS CAPITULO 1

Pv 1:1 Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel;
Pv 1:2 Para se conhecer a sabedoria e a instrução; para se entenderem, as palavras da prudência.
1.2,3 — Os versículos 2 a 6 explicam o objetivo do livro de Provérbios. Os verbos conhecer, entenderem e receber referem-se às formas de adquirir sabedoria. A palavra sabedoria se refere à capacidade, o que pode ser adquirida em sua vida quando se põe
em prática os ensinamentos dados por Deus. O termo instrução também pode ser traduzido como disciplina [NVI]; refere-se ao processo de  recepção de conhecimento e posterior aplicação à sua vida diária.
Pv 1:3 Para se receber a instrução do entendimento, a justiça, o juízo e a eqüidade;
1.3 — A expressão traduzida como instrução do entendimento, assim como a sabedoria, denota uma habilidade em prática, tal como a de um artesão ou músico. Ou seja, a sabedoria afeta a vida como a habilidade dos artistas afeta a prática de sua arte. As palavras justiça, juízo e equidade dão um contexto moral à sabedoria, instrução e palavras que dão entendimento. A sabedoria bíblica permeia a vida inteira; exige uma mudança de comportamento e comprometimento com a justiça.
Pv 1:4 Para dar aos simples, prudência, e aos moços, conhecimento e bom siso;
1.4 — Os simples ou ingénuos são os jovens inexperientes, com tendência ao erro. Os termos prudência e bom siso incluem os fatos mais duros da vida. O sábio já aprendeu com a experiência a distinguir o que é verdadeiro, louvável e bom do que é falso, vergonhoso e ruim (Rm 12.1,2).
Pv 1:5 O sábio ouvirá e crescerá em conhecimento, e o entendido adquirirá sábios conselhos;
Pv 1:6 Para entender os provérbios e sua interpretação; as palavras dos sábios e as suas proposições.
1.5,6 — A expressão crescer em sabedoria vem destacar que o homem que adquiriu alguma compreensão deve continuar desenvolvendo-se em discernimento; sempre há mais o que aprender. O versículo 6 fala das lições que a pessoa mais madura obtém por meio do estudo de provérbios, interpretação, palavras dos sábios e adivinhações.
Pv 1:7 O temor do SENHOR é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.
1.7 — O temor do Senhor é o ingrediente mais básico da sabedoria, uma virtude que só pode ser  alcançada quando se conhece Deus e submete-se à Sua vontade. Ter conhecimento sobre algo e nenhum de Deus aniquila o valor de possuir esse conhecimento. Só os loucos rejeitaram o temor ao Senhor. O verbo desprezar tem uma forte carga negativa e dá mais peso ao fato de que não temer a Deus equivale a rejeitar toda sabedoria (Dn 11.32; Jo 17.3).
Pv 1:8 Filho meu, ouve a instrução de teu pai, e não deixes o ensinamento de tua mãe,
Pv 1:9 Porque serão como diadema gracioso em tua cabeça, e colares ao teu pescoço.
1.8,9 — As palavras de abertura deste trecho bíblico soam como o apelo de um pai ao seu filho, um tema que está presente em todo o resto do livro. O versículo 8 destaca a responsabilidade de instruir tanto do pai como da mãe.
Pv 1:10 Filho meu, se os pecadores procuram te atrair com agrados, não aceites.
Pv 1:11 Se disserem: Vem conosco a tocaias de sangue; embosquemos o inocente sem motivo;
Pv 1:12 Traguemo-los vivos, como a sepultura; e inteiros, como os que descem à cova;
Pv 1:13 Acharemos toda sorte de bens preciosos; encheremos as nossas casas de despojos;
Pv 1:14 Lança a tua sorte conosco; teremos todos uma só bolsa!
1.10-14 — Aqui está a primeira passagem de advertência. Neste trecho bíblico, o autor alerta que não devemos misturar-nos com os criminosos. Isto espelha uma situação desregrada da sociedade atual em que é comum ver jovens fracos se deixarem envolver pela rede de violência.
Pv 1:15 Filho meu, não te ponhas a caminho com eles; desvia o teu pé das suas veredas;
Pv 1:16 Porque os seus pés correm para o mal, e se apressam a derramar sangue.
Pv 1:17 Na verdade é inútil estender-se a rede ante os olhos de qualquer ave.
Pv 1:18 No entanto estes armam ciladas contra o seu próprio sangue; e espreitam suas próprias vidas.
1.15-18 — Nestes versículos, o autor aconselha cautela. Ele destaca que cada passo no caminho perigoso é um passo em direção à destruição ao ilustrar com o ato de estender uma rede para capturar uma ave. Neste caso seria uma tarefa inútil, pois a ave, espiando a armadilha sendo preparada, desvia-se dela. Só que existe o louco, que é mais tolo do que o pássaro; ele vê a armadilha ser montada e ainda assim cai nela.

segunda-feira, 22 de junho de 2015

A RESSURREIÇÃO DE JESUS - LIÇÃO 13 COM SUBSIDIOS


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SUBSIDIO ELABORADO PELO EVANGELISTA: NATALINO ALVES DOS ANJOS. PROFESSOR NA E.B.D e PESQUISADOR. MEMBRO DA ASSEMBLEIA DE DEUS MISSÃO - CAMPO DE GUIRATINGA - MATO GROSSO

Lições Bíblicas CPAD  -  Adultos
2º Trimestre de 2015

Título: Jesus, o Homem Perfeito — O Evangelho de Lucas, o médico amado
Comentarista: José Gonçalves



Lição 13: A ressurreição de Jesus
Data: 28 de Junho de 2015

TEXTO ÁUREO

“E, estando elas muito atemorizadas e abaixando o rosto para o chão, eles lhe disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos?” (Lc 24.5).

VERDADE PRÁTICA

A ressurreição de Jesus é a garantia de que todos os que morreram em Cristo se levantarão do pó da terra.

LEITURA DIÁRIA

Segunda — 1Rs 17.17-24
A ressurreição no contento do Antigo Testamento

Terça — Lc 7.11-17
A ressurreição no contexto do Novo Testamento

Quarta — Lc 24.39
A ressurreição literal de Jesus segundo o Evangelho de Lucas

Quinta — Lc 24.41-43
Jesus não está morto. Ele verdadeiramente ressuscitou

Sexta — Jo 20.10-18; At 2.32
As evidências da ressurreição de Jesus, o Filho de Deus

Sábado — Rm 4.25
O propósito da ressurreição de Jesus segundo o Evangelho de Lucas

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Lucas 24.1-8.

1 — E, no primeiro dia da semana, muito de madrugada, foram elas ao sepulcro, levando as especiarias que tinham preparado.
2 — E acharam a pedra do sepulcro removida.
3 — E, entrando, não acharam o corpo do Senhor Jesus.
4 — E aconteceu que, estando elas perplexas a esse respeito, eis que pararam junto delas dois varões com vestes resplandecentes.
5 — E, estando elas muito atemorizadas e abaixando o rosto para o chão, eles lhe disseram: Por que buscais o vivente entre os mortos?
6 — Não está aqui, mas ressuscitou. Lembrai-vos como vos falou, estando ainda na Galileia,
7 — dizendo: Convém que o Filho do Homem seja entregue nas mãos de homens pecadores, e seja crucificado, e, ao terceiro dia, ressuscite.
8 — E lembraram-se das suas palavras.

HINOS SUGERIDOS

183, 545, 546 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL

Apresentar a ressurreição de Cristo como a garantia da realidade da vida vindoura.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I. Explicar a doutrina da ressurreição.
II. Expor a natureza literal e corporal da ressurreição de Cristo.
III. Elencar as evidências diretas e indiretas da ressurreição de Jesus.
IV. Discutir o propósito da ressurreição de Jesus.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR

A Bíblia declaro que a ressurreição de Jesus e o seu posterior aparecimento aos discípulos foram eventos dignos de notas meticulosas dos apóstolos: “E apareceu [Jesus] a Cefas e, depois, aos doze. Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora; porém alguns já dormem. Depois, foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo” (1Co 15.5-8 — ARA). Jesus ressuscitado é a razão da fé. A certeza para vivermos o presente e esperança para aguardarmos a nossa plena redenção. A ressurreição de Cristo significa que, igualmente a Ele, ressuscitaremos da morte para a vida eterna; que passamos do pecado para a salvação; da injustiça para a justiça eterna. Ele está vivo, assentado à direita do Pai, intercedendo por nós como um verdadeiro advogado fiel.

COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

As Escrituras ensinam que Deus fez o homem à sua imagem e semelhança (Gn 1.26). Antes da Queda a morte não tinha domínio sobre o homem. Todavia, como um ser moralmente livre, o homem pecou fazendo com que o pecado entrasse no mundo e, com ele, a morte. A morte passou então a todos os homens.
Ainda na Antiga Aliança, o Senhor deu vida aos mortos para revelar o seu poder sobre a morte. E mesmo ainda não estando totalmente revelada, a doutrina da ressurreição já era crida por santos do Antigo Testamento (Jó 19.25). Elesanelavam pela redenção do corpo.
Jesus se revelou como o Messias prometido e a sua morte e ressurreição garantiram que a penalidade do pecado — a morte —, fosse vencida. Em Cristo, o direito de viver eternamente em um corpo físico tornou-se novamente real.

domingo, 21 de junho de 2015

ASSEMBLEIA DE DEUS DE GUIRATINGA EM AÇÃO

GRAÇAS A DEUS TIVEMOS MAIS UM CULTO DE EVANGELISMO E MISSÕES MUITO ABENÇOADO. A IGREJA ESTÁ EM AÇÃO. O EVANGELHO TEM SIDO PREGADO. MUITAS E MUITAS VIDAS ESTÃO OUVINDO AS BOAS NOVAS DE SALVAÇÃO.



quinta-feira, 18 de junho de 2015

TRABALHO MISSIONÁRIO NO ALCANTILADO

ALCANTILADO, DISTRITO DE GUIRATINGA, UM POVOADO PEQUENO, MAS ESTAMOS LÁ ABRINDO O TRABALHO MISSIONÁRIO. O EVANGELHO ESTÁ ALCANÇANDO VIDAS QUE EXISTEM ALI, E QUE TAMBÉM PRECISAM DE JESUS. 




quarta-feira, 17 de junho de 2015

A MORTE DE JESUS - LIÇÃO 12 COM SUBSIDIO


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SUBSIDIO ELABORADO PELO EVANGELISTA: NATALINO ALVES DOS ANJOS. PROFESSOR NA E.B.D e PESQUISADOR. MEMBRO DA ASSEMBLEIA DE DEUS MISSÃO - CAMPO DE GUIRATINGA - MATO GROSSO

Lições Bíblicas CPAD   -   Adultos
2º Trimestre de 2015

Título: Jesus, o Homem Perfeito — O Evangelho de Lucas, o médico amado
Comentarista: José Gonçalves

Lição 12: A morte de Jesus
Data: 21 de Junho de 2015

TEXTO ÁUREO
 “E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou” (Lc 23.46).

VERDADE PRÁTICA
 Jesus não morreu como mártir ou herói, mas como o Salvador da humanidade.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Lc 22.39-46
Momentos que antecederam a crucificação de Jesus
Terça — Lc 22.2-6
Judas, por ambição, negociou com os judeus a traição do Filho de Deus
Quarta — Jo 11.47-53
O porquê da crucificação de Jesus na esfera religiosa
Quinta — Jo 18.31
O motivo da crucificação de Jesus na esfera política
Sexta — Lc 23.21-23
O método terrível de execução para os condenados à morte
 Sábado — Is 53.11
O real significado da crucificação do Senhor Jesus Cristo

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
 Lucas 23.44-50.
 44 — E era já quase a hora sexta, e houve trevas em toda a terra até à hora nona,
45 — escurecendo-se o sol; e rasgou-se ao meio o véu do templo.
46 — E, clamando Jesus com grande voz, disse: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito. E, havendo dito isso, expirou.
47 — E o centurião, vendo o que tinha acontecido, deu glória a Deus, dizendo: Na verdade, este homem era justo.
48 — E toda a multidão que se ajuntara a este espetáculo, vendo o que havia acontecido, voltava batendo nos peitos.
49 — E todos os seus conhecidos e as mulheres que juntamente o haviam seguido desde a Galileia estavam de longe vendo essas coisas.
50 — E eis que um homem por nome José, senador, homem de bem e justo.

HINOS SUGERIDOS
 163, 291, 382 da Harpa Cristã

OBJETIVO GERAL
 Apresentar a causa primeira que levou Jesus à cruz: os nossos pecados.
 OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I. Pontuar as aflições de Cristo de caráter interno e externo.
II. Explicar a dramaticidade do relato da traição de Jesus.
III. Relacionar os dois tipos de julgamentos de Jesus, o religioso e o político.
IV. Ensinar sobre o método e o significado da crucificação e morte de Cristo.
 INTERAGINDO COM O PROFESSOR

domingo, 14 de junho de 2015

ASSEMBLEIA DE DEUS DE GUIRATINGA EM AÇÃO

TIVEMOS MAIS UM CULTO EVANGELÍSTICO ABENÇOADO. GRAÇAS A DEUS A IGREJA ESTÁ EM AÇÃO. O EVANGELHO TEM SIDO PREGADO. O NOME DO SENHOR JESUS TEM SIDO GLORIFICADO E MUITAS VIDAS TEM OUVIDO AS BOAS NOVAS DE SALVAÇÃO.


quinta-feira, 11 de junho de 2015

MISSÕES NA ASSEMBLEIA DE DEUS DE GUIRATINGA

ALCANTILADO É UM DISTRITO DE GUIRATINGA, A MAIS OU MENOS 40 KM DA NOSSA CIDADE ESTRADA DE CHÃO. ESTIVEMOS LÁ FAZENDO MISSÕES E EVANGELISMO, PARA QUE SE CUMPRA A PALAVRA DE JESUS QUE DIZ:"E QUANDO ESTE EVANGELHO FOR PREGADO EM TODA PARTE, AÍ ENTÃO, VIRÁ O FIM". PARA A GLÓRIA DO SENHOR JESUS, ESTAMOS ABRINDO ESTE TRABALHO MISSIONÁRIO.


terça-feira, 9 de junho de 2015

COMENTÁRIO BÍBLICO - SALMOS 22, 23, 24

COMENTARIO BÍBLICO ELABORADO PELO EVANGELISTA: NATALINO ALVES DOS ANJOS. PROFESSOR NA E.B.D e PESQUISADOR. MEMBRO DA IGREJA ASSEMBLEIA DE DEUS - MISSÃO EM GUIRATINGA - MATO GROSSO. COM PESQUISAS EM COMENTÁRIOS E MANUAIS BÍBLICOS.

SAMOS CAPITULO 22

 Sl 22:1 Salmo de Davi para o músico-mor, sobre Aijelete Hashahar. Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que te alongas do meu auxílio e das palavras do meu bramido?
22.1 Foi este, o grito terrível de Cristo na cruz, quando foi feito pecado em nosso lugar, em nosso favor, (Mt 27.46)  e foi justamente Ele que não conheceu o pecado, e que não precisava sofrer seus efeitos (2 Co 5.21; Rm 8.3).  Com as palavras Deus meu, Deus meu, Davi expressa um agudo sentido de separação de Deus em tempos de grande aflição (Sl 38.21).
Sl 22:2 Deus meu, eu clamo de dia, e tu não me ouves; de noite, e não tenho sossego.
22.2 Não me repondes. Quando o Salvador estava pendurado na cruz, clamou para Seu Pai, e não houve resposta. Isto ocorreu porque Cristo estava tomando o lugar de cada pecador, perdido em suas culpas, aceitando assim sobre Si mesmo toda a punição divina, aplicável a todo o pecado humano e de todos os tempos (Jo 1.29).
Sl 22:3 Porém tu és santo, tu que habitas entre os louvores de Israel.
Sl 22:4 Em ti confiaram nossos pais; confiaram, e tu os livraste.
22.4 — Em ti confiaram nossos pais. Mesmo em meio a uma grande dor, Davi confessa sua fé no Deus de seus pais. Deus fora fiel às gerações anteriores; com certeza, continuará fiel àqueles que recorram a Ele (no v. 21, está a resposta leal de Deus).
Sl 22:5 A ti clamaram e escaparam; em ti confiaram, e não foram confundidos.
Sl 22:6 Mas eu sou verme, e não homem, opróbrio dos homens e desprezado do povo.
22.6 Verme. O Senhor da glória se humilhou até a mais baixa posição a fim de nos salvar (Fp 2-5-8).O sofrimento de Davi faz sentir-se menos que um ser humano — um verme. Quando Davi se achava no fundo do poço, seus inimigos ridicularizaram sua fé no Senhor. São palavras que descrevem também o que sentiu o Salvador ao suportar os insultos de Seus atormentadores (Mt 27.27-31, 39-44).
Sl 22:7 Todos os que me vêem zombam de mim, estendem os lábios e meneiam a cabeça, dizendo:
22.7 A situação de Jesus, entre seus inimigos, foi exatamente essa, até nos próprios gestos ,que eram sinal de zombaria entre os hebreus.
Sl 22:8 Confiou no SENHOR, que o livre; livre-o, pois nele tem prazer.
22.8 Esta expressão não é somente zombaria contra o Cristo sofredor, é também a total negação da realidade de Deus. Os fariseus, ao redor da cruz, proferindo essas palavras, revelaram quão distantes eles estavam de Deus.
Sl 22:9 Mas tu és o que me tiraste do ventre; fizeste-me confiar, estando aos seios de minha mãe.
Sl 22:10 Sobre ti fui lançado desde a madre; tu és o meu Deus desde o ventre de minha mãe.
22.9,10 — O que me preservaste. Com tantosproblemas e deboches à volta, Davi deposita sua confiança no Senhor — Aquele em quem confiou desde o início de sua vida. A reação de Davi às circunstâncias difíceis é instrutiva. Em vez de duvidar da bondade de Deus, ele reafirma sua fé para toda a vida no Todo-poderoso.
Sl 22:11 Não te alongues de mim, pois a angústia está perto, e não há quem ajude.
22.9-11 — Não te alongues de mim. Davi repete seu rogo original (v. 1), para enfatizá-lo (v. 19-21). Não pode suportar o sofrimento sem aajuda divina. Tal qual o Senhor,  pede-se que os mesmos cuidados paternais de Deus, que acompanhavam cada passo de Jesus, seconcentrem nesta hora final.
Sl 22:12 Muitos touros me cercaram; fortes touros de Basã me rodearam.
Sl 22:13 Abriram contra mim suas bocas, como um leão que despedaça e que ruge.
22.12,13 Basã. O território além do Jordão; ótimo para o gado de qualidade.  O salmista usa imagens vívidas para descrever sua angústia. Vê-se cercado por touros e leões. Além disso, sua aflição é tão profunda que lhe parece ter sido sua vida sugada, como alguém que esvazia um jarro d’água. Estas palavras tornam-se ainda mais lancinantes quando aplicadas ao padecer de Jesus na cruz (Jo 19.34).
Sl 22:14 Como água me derramei, e todos os meus ossos se desconjuntaram; o meu coração é como cera, derreteu-se no meio das minhas entranhas.
22.14 Meus ossos se desconjuntaram. Foram estes efeitos físicos que Jesus sentiu ao ser pregado na cruz, que depois foi fincada no chão, deixando Jesus em posição toda incômoda e anormal.
Sl 22:15 A minha força se secou como um caco, e a língua se me pega ao paladar; e me puseste no pó da morte.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

A ULTIMA CEIA - LIÇÃO 11 - COM SUBSIDIOS


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SUBSIDIO ELABORADO PELO EVANGELISTA: NATALINO ALVES DOS ANJOS. PROFESSOR NA E.B.D e PESQUISADOR. MEMBRO DA ASSEMBLEIA DE DEUS MISSÃO - CAMPO DE GUIRATINGA - MATO GROSSO

Lições Bíblicas CPAD  - Adultos
 2º Trimestre de 2015

Título: Jesus, o Homem Perfeito — O Evangelho de Lucas, o médico amado
Comentarista: José Gonçalves

Lição 11: A última Ceia
Data: 14 de Junho de 2015

TEXTO ÁUREO
 “Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós” (1Co 5.7).

VERDADE PRÁTICA
 A Páscoa comemorava a libertação do Egito. A Ceia do Senhor celebra a libertação do pecado.

LEITURA DIÁRIA
Segunda — Êx 12.1-28
O real propósito da Páscoa para os judeus
Terça — Lc 22.7-13
A última ceia de Jesus com seus discípulos aqui na terra
Quarta — Lc 22.14-20
O verdadeiro significado da celebração da Ceia
Quinta — Lc 22.19,20
Os elementos que compõem a Santa Ceia do Senhor
Sexta — 1Co 11.26
O real propósito da Ceia do Senhor para a Igreja
Sábado — 1Co 11.27-32
Ouem pode participar da Santa Ceia do Senhor

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
 Lucas 22.7-20.

7 — Chegou, porém, o dia da Festa dos Pães Asmos, em que importava sacrificar a Páscoa.
8 — E mandou a Pedro e a João, dizendo: Ide, preparai-nos a Páscoa, para que a comamos.
9 — E eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos?
10 — E ele lhes disse: Eis que, quando entrardes na cidade, encontrareis um homem levando um cântaro de água; segui-o até à casa em que ele entrar.
11 — E direis ao pai de família da casa: O mestre te diz: Onde está o aposento em que hei de comer a Páscoa com os meus discípulos?
12 — Então, ele vos mostrará um grande cenáculo mobiliado; aí fazei os preparativos.
13 — E, indo eles, acharam como lhes havia sido dito; e prepararam a Páscoa.
14 — E, chegada a hora, pôs-se à mesa, e, com ele, os doze apóstolos.
15 — E disse-lhes: Desejei muito comer convosco esta Páscoa, antes que padeça,
16 — porque vos digo que não a comerei mais até que ela se cumpra no Reino de Deus.
17 — E, tomando o cálice e havendo dado graças, disse: Tomai-o e reparti-o entre vós,
18 — porque vos digo que já não beberei do fruto da vide, até que venha o Reino de Deus.
19 — E, tomando o pão e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isso em memória de mim.
20 — Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue, que é derramado por vós.

HINOS SUGERIDOS
 53, 22, 482 da Harpa Cristã
 OBJETIVO GERAL
 Explicar a instituição da Ceia do Senhor como ordenança.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 Abaixo, os objetivos específicos referem-se ao que o professor deve atingir em cada tópico. Por exemplo, o objetivo I refere-se ao tópico I com os seus respectivos subtópicos.

I. Analisar os antecedentes históricos da última ceia de Jesus.
II. Expor a dinâmica da preparação, celebração e a substituição da Páscoa pela celebração da Ceia do Senhor.
III. Elencar os dois elementos da última ceia.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
 Prezado professor, estamos diante de um texto que narra uma das mais importantes celebrações da Igreja Cristã: Lucas 22, a Ceia do Senhor. A aula desta semana deve ser iniciada explicando aos alunos os antecedentes históricos da instituição da Ceia do Senhor. Quando o Senhor Jesus Cristo instituiu a Ceia, na ocasião, Ele estava celebrando a páscoa judaica. Como um marco representativo da liberação do povo de Israel do Egito — pois foi assim que a Páscoa ficou conhecida —, a Ceia do Senhor seria um marco representativo do ato de amor que Jesus Cristo fez em nosso favor, entregando-se à morte, e morte de cruz, por amor. Explicar tão significativa celebração é o objetivo da aula desta semana.

COMENTÁRIO
 INTRODUÇÃO
 Sem dúvida, a Páscoa era uma das festas mais importantes do judaísmo, e a sua celebração era carregada de valor simbólico. O seu ritual era metódico e meticuloso pois lembrava um dos momentos mais importantes da história do povo de Deus da Antiga Aliança — a libertação do cativeiro egípcio! A sua celebração anual mobilizava toda a nação judaica.
Quando instituiu a Santa Ceia, por ocasião da celebração da última Páscoa, Jesus tinha em mente esses fatos. Sabedor de que a Páscoa era apenas um tipo do qual Ele era o antítipo (ou uma figura da qual Ele era o cumprimento), Ele demostrou alegria e satisfação por poder celebrá-la na companhia de seus discípulos. Apenas algumas horas depois, o Filho do Homem estaria libertando o seu povo, não mais de um cativeiro humano, mas do cativeiro do pecado!