Seguidores

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

PANORAMA BIBLICO DE MALAQUIAS

                                                    MALAQUIAS
A Última Mensagem do A.T. a uma Nação Desobediente.

A época exata de Malaquias não é conhecida. Geralmente se admite que ele viveu perto de 100 anos depois de Ageu e Zacarias, e que esteve associado a Esdras e Neemias nas reformas que empreenderam. Sua época é fixada aproximadamente em 450-400 a.C.
Um restante voltara do cativeiro, 538 a.C. Sob a direção de Ageu e Zacarias reedificaram o Templo, 520-516 a.C. Sessenta anos depois, 458 a.C. Esdras viera de Babilônia a Jerusalém, para ajudar a reorganizar e a estabelecer a nação. 13 anos mais tarde, em 444 a.C., veio Neemias e reconstruiu os muros.

De sorte que, no tempo de Malaquias, os judeus já tinham voltado de Babilônia fazia uns 100 anos, curados, pelo cativeiro, de sua idolatria, mas inclinados a negligenciar a Casa de Deus. Os sacerdotes tinham-se tornado relaxados e degenerados. Os sacrifícios eram de qualidade inferior. Negligenciavam os dízimos. O povo voltara ao seu velho costume de misturar-se pelo casamento com os vizinhos idólatras, ver sobre Ed 9.

Assim é que os judeus, favorecidos do SENHOR acima de todas as nações, desanimados pela sua fraqueza, apegados aos seus pecados, estavam tranqüilos, num estado de letargia mental, aguardando a vinda do Messias prometido. Malaquias assegurou-lhes que o Messias viria no tempo marcado, mas isto significaria juízo para pessoas da espécie deles.

Capítulo 1. Desdém pelos Sacrifícios no Templo
Os vv. 2-3 citam-se em Rm 9:10-13, em referência à escolha que Deus fez de Jacó ao invés de Esaú, Gn 25:22-34. Malaquias emprega a linguagem com referência às duas nações que sugiram de Jacó e Esaú, os israelitas e os edomitas. Ambas foram destruídas pelos babilônios. Israel fora restaurado, mas Edom era ainda uma desolação. Prova do amor de Deus por Israel.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

OS IMPÉRIOS MUNDIAIS E O REINO DO MESSIAS - LIÇÃO 8 COM SUBSIDIOS


Resultado de imagem para daniel lição 4º trimestre

Lições Bíblicas CPAD   -   Jovens e Adultos
 4º Trimestre de 2014

Título: Integridade Moral e Espiritual — O legado do livro de Daniel para a Igreja de hoje
Comentarista: Elienai Cabral

 Lição 8: Os Impérios Mundiais e o Reino do Messias
Data: 23 de Novembro de 2014

TEXTO ÁUREO
 E o reino, e o domínio, e a majestade dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo; o seu reino será um reino eterno, e todos os domínios o servirão, e lhe obedecerão” (Dn 7.27).

VERDADE PRÁTICA
Enquanto os impérios humanos caem, o Reino de Deus se expande através de Jesus Cristo.

HINOS SUGERIDOS

90, 94, 599.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Hb 1.3  Jesus é rei eternamente
 Terça - Dn 2.44  O reino do Messias será único e eterno
 Quarta - Dn 7.14  O reino do Messias é invencível
 Quinta - Ap 19.15  Jesus, o Rei dos reis
 Sexta - Ap 20.4  O reino milenial de Cristo
 Sábado - Mt 6.33; Mc 4.11; Mt 12.28  A realidade do Reino de Deus

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 7.3-8,13,14.

3 - E quatro animais grandes, diferentes uns dos outros, subiam do mar.
4 - O primeiro era como leão e tinha asas de águia; eu olhei até que lhe foram arrancadas as asas, e foi levantado da terra e posto em pé como um homem; e foi-lhe dado um coração de homem.
5 - Continuei olhando, e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes; e foi-lhe dito assim: Levanta-te, devora muita carne.
6 - Depois disto, eu continuei olhando, e eis aqui outro, semelhante a um leopardo, e tinha quatro asas de ave nas suas costas: tinha também este animal quatro cabeças, e foi-lhe dado domínio.
7 - Depois disto, eu continuava olhando nas visões da noite, e eis aqui o quarto animal, terrí­vel e espantoso, e muito forte, o qual tinha dentes grandes de ferro; ele devorava e fazia em pedaços, e pisava aos pés o que sobejava; era diferente de todos os animais que apareceram antes dele, e tinha dez pontas.
8 - Estando eu considerando as pontas, eis que entre elas subiu outra ponta pequena, diante da qual três das pontas primeiras foram arrancadas; e eis que nesta ponta havia olhos, como olhos de homem, e uma boca que falava grandiosamente.
13 - Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha nas nuvens do céu um como o filho do homem: e dirigiu-se ao ancião de dias, e o fizeram chegar até ele.
14 - E foi-lhe dado o domínio e a honra, e o reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem: o seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o seu reino o único que não será destruído.

INTERAÇÃO

O texto bíblico que vamos estudar é o capítulo sete de Daniel. Antes, prezado professor, precisamos considerar algumas informações para obtermos êxito na preparação da aula. O nosso estudo sobre o livro de Daniel trata de um capítulo inteiro, por isso, você deverá fazer ao menos duas leituras ou mais, de preferência, utilizando versões diferentes. Um dicionário bíblico e um bom comentário lhe orientarão nos estudos. Muitas pessoas não compreendem o livro de Daniel por acharem-no difícil. É verdade que a obra do profeta é complexa, mas, igualmente, muito do que se diz ser complicado pode ser resolvido através de uma leitura atenta com o auxílio de uma versão contemporânea. E com a ajuda dos eruditos que, através dos dicionários e dos comentários bíblicos, disponibilizaram uma vida inteira de estudo para nos auxiliar.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·   Descrever e explicar a visão dos quatro animais.
·   Identificar o clímax da visão do profeta.
·   Compreender a volta de Jesus à luz do capitulo sete de Daniel.

domingo, 16 de novembro de 2014

DEUS É O NOSSO ESCUDO

DEUS É O NOSSO ESCUDO

Versículo Chave
“A nossa alma espera no SENHOR; ele é o nosso auxílio e o nosso escudo” (Salmos 33.20).

Objetivos da Lição
• Mostrar que o Senhor é o nosso escudo de defesa;
• Destacar no salmo os benefícios proporcionados por Deus como  nosso escudo.

Culto Familiar
Segunda - (Salmos 7.10) - O meu escudo está com Deus
Terça - (Salmos 18.30) - Deus é um escudo para todos os que Nele confiam
Quarta - (Salmos 59.9) - Deus é a minha alta defesa
Quinta - (Salmos 59.16) - Deus é o meu alto refúgio e proteção
Sexta - (Salmos 121.5) - Deus é quem nos guarda
Sábado - (Salmos 3) - Deus é o meu escudo
Salmos 3

1 - SENHOR, como se têm multiplicado os meus adversários! São muitos os que se levantam contra mim.
2 - Muitos dizem da minha alma: Não há salvação para ele em Deus. (Selá)
3 - Mas tu, SENHOR, és um escudo para mim, a minha glória e o que exalta a minha cabeça.
4 - Com a minha voz clamei ao SENHOR; ele ouviu-me desde o seu santo monte. (Selá)
5 - Eu me deitei e dormi; acordei, porque o SENHOR me sustentou.
6 - Não terei medo de dez milhares de pessoas que se puseram contra mim ao meu redor.
7 - Levanta-te, SENHOR; salva-me, Deus meu, pois feriste a todos os meus inimigos nos queixos; quebraste os dentes aos ímpios.
8 - A salvação vem do SENHOR; sobre o teu povo seja a tua bênção. (Selá)

INTRODUÇÃO
Os salmos são cânticos que expressam a grandeza de Deus. Alguns deles narram seus feitos na história de Israel, falam de seus atributos e convidam ao louvor e adoração por aquilo que Ele é. Convidamos a todos os alunos desta revista "Crescimento Bíblico" a uma reflexão nestes doze salmos, selecionados com o intuito de fazer Deus conhecido pelos seus predicados, como veremos nesta primeira lição, onde Ele se revela como nosso Escudo:

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

LIÇÃO 7 COM SUBSIDIOS - INTEGRIDADE EM TEMPOS DE CRISE


Resultado de imagem para daniel lição 4º trimestre

Lições Bíblicas CPAD  Jovens e Adultos

 4º Trimestre de 2014

Título: Integridade Moral e Espiritual — O legado do livro de Daniel para a Igreja de hoje
Comentarista: Elienai Cabral

 Lição 7: Integridade em tempos de crise
Data: 16 de Novembro de 2014

TEXTO ÁUREO

Então, os príncipes e os presidentes procuravam achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum vício nem culpa” (Dn 6.4).

VERDADE PRÁTICA

A integridade deve ser a nossa marca, compreendendo igualmente coração, mente e vontade.

HINOS SUGERIDOS

175, 310, 394.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Sl 7.8
Deus julga-nos conforme nossa integridade
 Terça - Jó 1.1; 2.3
Jó era homem íntegro
 Quarta - 1Rs 9.4
Integridade é símbolo de inteireza
 Quinta - Mt 6.19-24
Jesus ensinou sobre a integridade
 Sexta - 2Cr 25.2; 1Rs 9.4
Integridade em tudo
 Sábado - 1Jo 2.15-17
Integridade é não dividir o coração

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 6.3-5,10,11,15,16,20.

3 - Então o mesmo Daniel se distinguiu destes príncipes e presidentes, porque nele havia um espírito excelente; e o rei pensava constituí-lo sobre todo o reino.
4 - Então os príncipes e os presidentes procuraram achar ocasião contra Daniel a respeito do reino; mas não podiam achar ocasião ou culpa alguma; porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum vício nem culpa.
5 - Então estes homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus.
10 - Daniel, pois, quando soube que a escritura estava assinada, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas da banda de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças, diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.
11 - Então aqueles homens foram juntos, e acharam a Daniel orando e suplicando diante do seu Deus.
15 - Então aqueles homens foram juntos ao rei, e disseram ao rei: Sabe, ó rei, que é uma lei dos medos e dos persas que nenhum edito ou ordenança, que o rei determine, se pode mudar.
16 - Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e o lançaram na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará.
20 - E, chegando-se à cova, chamou por Daniel com voz triste; e, falando o rei, disse a Daniel: Daniel, servo do Deus vivo! dar-se-ia o caso que o teu Deus, a quem tu continuamente serves, tenha podido livrar-te dos leões?

INTERAÇÃO

Daniel viveu em uma sociedade pagã, porém ele manteve-se fiel e temente ao Senhor. Foi um importante profeta e estadista que fez a diferença diante dos reis a quem serviu. A vida deste servo de Deus não foi nada fácil. Ele experimentou terríveis provas, como a cova com leões famintos, mas em todas elas agiu como um vencedor. Embora exercendo importantes funções no reino, Daniel não descuidava da sua vida de oração e não permitiu que um edito real o tirasse da presença de Deus. Tem você, professor, também uma vida devocional como Daniel? Não permita que dificuldade alguma o impeça de se achegar a presença de Deus em oração. Jamais espere que uma situação difícil chegue para lhe ensinar a respeito da oração.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·   Saber que Daniel era um homem íntegro, mesmo vivendo em um meio corrompido.
·   Analisar o caráter íntegro de Daniel.
·   Compreender porque Daniel foi parar na cova dos leões.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, reproduza o quadro abaixo de maneira que cada aluno tenha o seu. Utilize-o para introduzir a lição. Mostre todos os reis a quem Daniel serviu e enfatize o caráter íntegro deste servo de Deus, mesmo estando em um meio político corrupto. Explique que a fé de Daniel fez com que ele se mantivesse inabalável. A nossa fé em Deus nos livra das investidas de nossos inimigos e nos leva a ter uma vida íntegra.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

DEUS ABOMINA A SOBERBA - LIÇÃO 05 COM SUBSIDIOS

Resultado de imagem para daniel lição 4º trimestre
Lições Bíblicas CPAD   Jovens e Adultos

 4º Trimestre de 2014

Título: Integridade Moral e Espiritual — O legado do livro de Daniel para a Igreja de hoje
Comentarista: Elienai Cabral

 Lição 5: Deus abomina a soberba
Data: 2 de Novembro de 2014

TEXTO ÁUREO

Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, e exalço, e glorifico ao Rei dos céus; porque todas as suas obras são verdades; e os seus caminhos, juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba” (Dn 4.37).

VERDADE PRÁTICA

A soberba é o pecado que mais afronta a soberania divina.

HINOS SUGERIDOS

46, 244, 306.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Pv 8.13 Deus aborrece a soberba
Terça - Pv 11.2  A soberba é afronta
Quarta - Mc 7.20-22  A soberba é o pecado do coração
Quinta - 1Jo 2.16  A soberba da vida não é de Deus
Sexta - Gn 17.1; Jó 11.7  Nenhuma soberba resiste a Deus
Sábado - 2Cr 26.3-21  O rei Uzias e a soberba

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Daniel 4.10-18.

10 - Eram assim as visões da minha cabeça, na minha cama: eu estava olhando e vi uma árvore no meio da terra, cuja altura era grande;
11 - crescia essa árvore e se fazia forte, de maneira que a sua altura chegava até ao céu; e foi vista até aos confins da terra.
12 - A sua folhagem era formosa, e o seu fruto, abundante, e havia nela sustento para todos; debaixo dela, os animais do campo achavam sombra, e as aves do céu faziam morada nos seus ramos, e toda carne se mantinha dela.
13 - Estava vendo isso nas visões da minha cabeça, na minha cama; e eis que um vigia, um santo, descia do céu,
14 - clamando fortemente e dizendo assim: Derribai a árvore, e cortai-lhe os ramos, e sacudi as suas folhas, e espalhai o seu fruto; afugentem-se os animais de debaixo dela e as aves dos seus ramos.
15 - Mas o tronco, com as suas raízes, deixai na terra e, com cadeias de ferro e de bronze, na erva do campo; e seja molhado do orvalho do céu, e a sua porção seja com os animais na grama da terra.
16 - Seja mudado o seu coração, para que não seja mais coração de homem, e seja-lhe dado coração de animal; e passem sobre ele sete tempos.
17 - Esta sentença é por decreto dos vigiadores, e esta ordem, por mandado dos santos; a fim de que conheçam os viventes que o Altíssimo tem domínio sobre os reinos dos homens; e os dá a quem quer e até ao mais baixo dos homens constitui sobre eles.
18 - Isso em sonho eu, rei Nabucodonosor, vi; tu, pois, Beltessazar, dize a interpretação; todos os sábios do meu reino não puderam fazer-me saber a interpretação, mas tu podes; pois há em ti o espírito dos deuses santos.

INTERAÇÃO

Deus abomina a soberba. Este sentimento pernicioso é um prenúncio da queda (Pv 16.18). As conquistas de muitos impérios e o enriquecimento contribuíram para que Nabucodonosor se tornasse soberbo e altivo. Então Deus decidiu lhe ensinar uma importante lição, assim como havia ensinado ao seu povo. O rei perdeu sua consciência e ficou durante um período de tempo se comportando como um animal. Depois deste período tão difícil, Nabucodonosor aprendeu que o Altíssimo está acima de todo reino e poder humano. O Senhor é soberano, Ele remove os reis e os estabelece.
Que a soberba não encontre guarida em nossos corações, nos fazendo agir como tolos. Que sejamos humildes, honrando a Deus em toda a nossa maneira de viver.

OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
·   Analisar a soberania divina na vida de Nabucodonosor.
·   Saber que Deus falou com Nabucodonosor por intermédio dos sonhos.
·   Compreender a fidelidade da pregação de Daniel para o rei.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor, para introduzir a lição reproduza o quadro abaixo para seus alunos. Utilizando o quadro, enfatize os pontos fortes de Nabucodonosor e as suas fraquezas. Explique que este rei foi chamado, segundo o profeta Jeremias, de “servo do Senhor” (Jr 25.9). Deus usou Nabucodonosor para punir seu povo. O Senhor é soberano, Ele exalta e também abate. Porém, o coração do rei se tornou soberbo e ele então experimentou o juízo de Deus. Leia Provérbios 16.18 e conclua enfatizando os perigos da soberba.


COMENTÁRIO

INTRODUÇÃO

Palavra Chave
Soberba: Comportamento excessivamente orgulhoso; arrogância, presunção.

Na aula de hoje estudaremos o capítulo quatro de Daniel, cujo conteúdo consiste de um testemunho pessoal do rei Nabucodonosor. Ele foi submetido a um estado de loucura, resultante de sua soberba, que o levou a viver como um animal do campo por “sete tempos”, até que Deus o tirou daquela condição. Ao final desse período, Nabucodonosor reconheceu a soberania do Deus dos cativos de Judá.
A história revela o que ocorre com os que se exaltam e se tornam soberbos ante a majestade do Todo-Poderoso. A trajetória de Nabucodonosor demonstra a soberania divina sobre toda a criação, pois nenhuma criatura pode usurpar a glória de Deus. O episódio ilustra também que a misericórdia e a justiça divinas são capazes de salvar o homem arrependido.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A PROVIDENCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA - LIÇÃO 04 COM SUBSIDIOS


Resultado de imagem para daniel lição 4º trimestre

Lições da CPAD Adultos  -  4º Trimestre de 2014

A PROVIDÊNCIA DIVINA NA FIDELIDADE HUMANA
26 de Outubro de 2014

TEXTO ÁUREO
“Eis que o nosso Deus, a quem nós servimos, é que nos pode livrar; ele nos livrará do forno de fogo ardente e da tua mão, ó rei" (Dn 3.17)VERDADE PRÁTICA

Se formos fiéis, a providência divina jamais faltará
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE
Daniel 3.1-7,14

INTRODUÇÃO
A história narrada no capítulo três ocorreu possivelmente no final do reinado de Nabucodonosor. O texto é mais uma prova de que vale a pena ser fiel a Deus até mesmo quando somos desafiados em nossa fé. Nabucodonosor já havia se esquecido da manifestação do poder de Deus na revelação dos seus sonhos (Dn 2.1-49). Tornou-se um déspota que exigia dos seus súditos um servilismo irracional. No meio da multidão dos súditos, porém, estavam os três jovens hebreus, fiéis ao Deus de Israel, do qual não transigiram de modo algum.